![]() |
Meu Barquinho GISLLE CRISTINA |
![]() |
ENTRE MILHÕES PAULA CAMIALA |
![]() |
DEUS DE TI PRECISO BEATRIZ |
![]() |
MAGNIFICO PAULA CAMILA |
![]() |
MEMÓRIA ELIANE FERNANDESL |
![]() |
CHUVA DE PODER ANDRÉ E FELIPE |
![]() |
RESSUSCITA-ME ALINE BARROS |
![]() |
UM MILAGRE 4 POR 1 |
![]() |
ESTOU DE PÉ ROSE NASCIMENTO |
![]() |
O SONHO DE JOSÉ MATTOS NASCIMENTO |
Automóvel brasileiro é defasado, dizem especialistas
Sistema flex precisa melhorar a sua eficiência energética com novas tecnologias. Mais de 70% de todas as inovações aplicadas aos veículos nacionais vêm prontas de fora

Enquanto Estados Unidos, Europa e Ásia, com destaque para a China, avançam no desenvolvimento de tecnologia automotiva de ponta, o Brasil caminha a passos lentos nessa área, se restringindo, atualmente com algumas exceções, à tropicalização (adaptação às condições locais) de modelos concebidos no exterior e a poucas evoluções em componentes periféricos de motores flex.
Em termos de tecnologia, os carros brasileiros são despojados e muito defasados. Só agora eles estão começando a receber airbags e sistema de freios ABS, isso porque as normas de segurança estabeleceram que esses equipamentos devem se tornar obrigatórios em todos os veículos novos a partir de 2014.
No início de abril, o governo federal anunciou o novo Regime Automotivo, que estabeleceu novas regras para a indústria de veículos, exigindo o cumprimento de etapas mínimas de processos produtivos, maior índice de nacionalização de conteúdo (componentes) e de investimentos em inovação para as montadoras já instaladas e empresas que pretendem se estabelecer no país.
Mato Grosso está em 5º lugar em índice de reprovação de alunos

Mato Grosso tem a quinta maior taxa de reprovação de estudantes no Ensino Médio. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep), 18.2% dos estudantes do 1º ao 3º ano, tanto da rede pública quanto privada, não conseguiram passar de ano, em 2011. Este percentual equivale a 28 mil alunos.
De acordo com o Inep, Mato Grosso só perdeu para os estados do Rio Grande do Sul (20,7%), Rio de Janeiro (18,5%) e Distrito Federal (18,5%) e Espírito Santo (18,4%), onde a reprovação dos alunos é ainda maior.
De acordo com a Secretaria do Estado de Educação (Seduc), este índice é ainda maior nas escolas públicas, onde passa de 19%. Uma das principais problemáticas apontada pela pasta é a necessidade dos alunos dividirem o tempo com o trabalho, o que dificulta o aprendizado. A repetência é maior no 1º ano, onde cerca de 24% não conseguem aprovação. Este percentual vai caindo nos dois anos seguintes.
Porém, ainda é muito maior do que no Ensino Fundamental. Quando estão encerrando o 9º ano, 7% reprovam. Para reverter este quadro, uma série de medidas vem sendo adotadas tanto pelo Governo Federal quanto pelo Estado. Entre elas a implantação do programa Ensino Médio Inovador, que prevê a ampliação da carga horária e inclusão de capacitação tecnológica aos alunos. Este ano, 23 escolas passarão a trabalhar com o novo modelo.
Outra medida é o Pronatec, que vai abrir 20 mil vagas na rede. Por meio dele, o jovem do Ensino Médio estuda meio período e, no oposto, faz cursos profissionais. A meta é atingir em torno de 8% dos estudantes da rede neste ano.
fonte: www.24horasnews.com.br
Feirão da casa própria pode não ser tão bom quanto parece

Nesta sexta-feira, chega a São Paulo a 8ª edição do Feirão da Casa Própria da Caixa Econômica Federal munida da sua tropa de vendas, balões, cafés grátis e toda produção digna de um evento publicitário. Tal como nos últimos anos, o evento deverá atrair milhares de potenciais compradores, porém, este ano o Feirão tem um elemento que o torna ainda mais atrativo: a queda dos juros para crédito imobiliário.
Alguns potenciais compradores que visitaram o Feirão da Casa Própria no Rio de Janeiro, declararam não sentir na pele (ou seria no bolso?) a redução da taxa de juros. Mas, afinal, é possível que os tão badalados cortes nos juros não beneficiem o consumidor? Será que milhares de propagandas, atores famosos, mensagem de prosperidade e o discurso da presidente em rede nacional foram em vão?
A priori a redução deveria ser benéfica e com um impacto imediato, uma vez que, as margens de lucro dos bancos no Brasil foram reduzidas de estratosféricas para enormes. No entanto, é necessário observar o comportamento dos preços dos imóveis antes de afirmar se o consumidor será ou não beneficiado pela redução nos juros, ou se a mesma representará uma mera transferência dos lucros dos bancos para as grandes construtoras. De forma bem simples, de que adianta pagar mais barato pelo dinheiro se o preço do bem, no caso o imóvel, estiver muito caro? Será que estamos vendendo a prataria para comprar o almoço?
Suponha que o consumidor pretenda comprar um imóvel com valor de R$ 300.000. Com a antiga taxa de juros de 10% ao ano, o consumidor que pretendesse financiar esse imóvel em 10 anos e sem entrada, pagaria uma parcela mensal de aproximadamente R$ 3.893.
Se o preço do imóvel permanecer constante, com a nova taxa de juros de 7,9% o consumidor deveria pagar nesse mesmo financiamento uma parcela mensal de R$ 3.581 (i.e, uma diferença mensal de R$ 312,20). O ganho total do consumidor com esse financiamento seria, portanto, de R$ 26.154,.
|










